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Mostrando postagens de Janeiro, 2018

Acervo Estadão | 11 DE NOVEMBRO DE 1982: LUÍS INÁCIO, ACUSADO DE TER CASA NO GUARUJÁ

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O Estado de S. Paulo - Acervo Estadão
11 DE NOVEMBRO DE 1982
LUÍS INÁCIO, ACUSADO DE TER CASA NO GUARUJÁ 
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Papéis sugerem ação de JBS contra jornalista Leonardo Sakamoto - 08/04/2016 - Poder - Folha de S.Paulo | O CLARO: Sakanagem!

Papéis sugerem ação de JBS contra jornalista Leonardo Sakamoto - 08/04/2016 - Poder - Folha de S.Paulo

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Advogados que atuam na defesa de Lula lançam "Lawfare Institute" em Londres | GGN | SOS para o Fernando Claro!

Advogados que atuam na defesa de Lula lançam "Lawfare Institute" em Londres | GGN

Prezad@s colegas, companheir@s e amig@s

Enfim, uma esperança para mim.

Solicito, aos membros do Lawfare Institute que analisem e tomem providências, encarecidamente, por uma questão humanitária e de solidariedade, nossa Denúncia encaminhada para Secretaria de Direitos Humanos do Gabinete da Presidência da República, em 2015.

Ofícios requerendo explicações foram enviados em 2016 às presidências da OAB/RJ, do Conselho Federal da OAB e da Defensoria Pública da União - DPU-ES, e não foram respondidos à Secretaria de Direitos Humanos mostrando, com isso, como estas insitituições têm gestores arrogantes que se acham acima das leis, da Constituição Federal e dos Tratados Internacionais.

Atenciosamente.
Fernando Claro Dias 


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Para sociólogo, economia do século 21 forjou um novo tipo de individualismo - 31/12/2017 - Ilustríssima - Folha de S.Paulo | O CLARO: "A cultura imediatista das empresas está produzindo uma erosão generalizada da relação de confiança que os trabalhadores desenvolviam com seus locais de trabalho." Por Anthony Elliott

Relatório da PF sobre tríplex de Lula é fraco - ÉPOCA | Tempo | O CLARO: É fraco o relatório da Polícia Federal sobre o caso do tríplex ligado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O documento, divulgado na sexta-feira (26) e assinado pelo delegado Márcio Anselmo, um dos principais investigadores da Lava Jato, apresenta indícios consistentes, embora já conhecidos, de que a empreiteira OAS reservou e reformou o apartamento no Guarujá especialmente a gosto de Lula e da família dele. Deixa – ainda mais – evidente que o ex-presidente mantém uma versão quase malufiana sobre a propriedade do tríplex e, por consequência, acerca da natureza da relação do petista com o empreiteiro Léo Pinheiro. O relatório, porém, falha no que lhe é mais essencial: demonstrar que o caso do tríplex envolve corrupção e lavagem de dinheiro – e que Lula e os demais indiciados cometeram esses crimes. As evidências colhidas pelos peritos da PF mostram que a OAS reformou e mobiliou o apartamento no Guarujá em 2014, ao custo de R$ 1,1 milhão. Há abundantes mensagens de WhatsApp, trocadas entre diretores da OAS, em que esses gastos são associados a Lula e à família dele. Nelas, confirma-se que os executivos da empreiteira, em especial o arquiteto Paulo Gordilho, tocaram as reformas no apartamento em função das orientações recebidas da família de Lula. Tudo em segredo – e tudo sempre bancado pela OAS. “Manda bala”, é o que escreveu Léo Pinheiro a um subordinado, para autorizar as reformas no tríplex pedidas pela mulher de Lula (Madame, nas mensagens). A OAS apelidou de Zeca Pagodinho os projetos de reforma dos imóveis de Lula. (A empreiteira também participou das obras no famoso sítio em Atibaia, que estão sendo investigadas em outro inquérito.) Essas e outras evidências tornam insustentável a versão de Lula sobre o caso. O ex-presidente mantém até hoje que desistiu de comprar o tríplex – e que, se a OAS fez reformas no apartamento, não foi a pedido dele ou da família. Em março, quando foi obrigado coercitivamente a depor, Lula disse que não conhecia o arquiteto Paulo Gordilho. No entanto, há fotos no celular de Gordilho ao lado de Lula, num churrasco oferecido pelo petista a ele e a Léo Pinheiro no sítio de Atibaia. O relatório da PF registra essa contradição. Registra também como a OAS tentou esconder que bancara, por R$ 1,3 milhão durante cinco anos, a armazenagem dos bens de Lula – segundo a defesa do ex-presidente, presentes recebidos quando ele estava no Planalto. Trecho do indiciamento de Lula pela Polícia Federal (Foto: reprodução) Trecho do indiciamento de Lula pela Polícia Federal (Foto: reprodução) A fragilidade do relatório, portanto, não se encontra nas evidências descritas nas 59 páginas do documento. Encontra-se nas lacunas da peça. Diego Escoteguy

Relatório da PF sobre tríplex de Lula é fraco - ÉPOCA | Tempo

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